Irreal...
Cercam-me ilusões...
Adentrando-me os doces desvairados pensamentos delirantes...
Eternizam-se as horas nesta noite soturna!
No dilatar das minhas pálpebras
Vem surgindo devagar...
Tua face copórea,
Destilando desejo e sensualidade!
Instigando-me a pecar!
Aproximo-me e respiro o teu ar...
Proponho-me findar o teu fôlego,
Não cesso de te beijar...
Despindo-me entrego-me calorosamente a “luta”!
Neste momento, para o tempo!
Nós dois sobre lençóis de nívea,
Somos achados,
Disputando prazer,
Corpo-a-corpo,
Amando pra valer!
Sussurros estremecidos na audição...
Multiplicam-se os delírios...
Duas almas se exaltam em tonicidade branda!
Suspiros que sobem, elevam-se, trinam!
É o fogo do pecado,
Queimando ardente em nossos movimentos...
Nos incitando cada vez mais a nos enroscar-mos!
Sinto-te em mim,
Sinto-me em ti...
Adormecemos debruçados um sobre o outro...
Porém ao amanhecer enfim procuro-te e não encontro!
Vejo-me no leito só...
Apenas marcada por essência e ternura...
Desta forma percebo que havera vivenciado algo irreal...
Entretanto, o que vem a vogar,
É que você é real...
Então diga-me:
Nos amaremos assim,
Ou só queres me perturbar afinal?
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